Holy Burger

Se estiver perto da Biblioteca Monteiro Lobato, vá para este restaurante. O menu de restaurante Holy Burger é recomendado para os amantes da culinária. Esse lugar oferece pastrami bom, hambúrgueres saborosos e tamboril fascinante. A maioria dos visitantes marcam de você pode experimentar pudim ótimo, queijadas saborosas e bolo de queijo fascinante aqui. Venha a esse ponto para boa tequila, boa cerveja ou bom cordial. Uma coleção de ótima limonada rosa, bom americano ou ótimo cortado é recomendada aos clientes.

Os funcionários profissionais recebem visitantes durante o ano inteiro. Veloz serviço é um ponto positivo responsável por grande parte do sucesso deste restaurante. Todo mundo gosta dos preços democráticos. A atmosfera é bonita e a decoração é boa neste restaurante. Restaurante Holy Burger obeteve 4.3 no sistema de classificação do Google.

Mencionado com frequência nos comentários

Características especiais

Entrega Cartões de crédito aceitos Lugares ao ar livre Wi-fi Estacionamento Sem reserva TV Acessível a cadeiras de rodas Leve embora

Opiniões de visitantes sobre Holy Burger

2573
Larissa

17 dias atrás no Google

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Foi minha primeira visita na casa, fui cheia de expectativas e o atendimento antes mesmo de entrar já foi ruim, muito antipáticos. Depois de uma hora aguardando na fila, minhas amigas e eu entramos e fizemos nossos pedidos e, uma das minhas amigas pediu mais um lanche que seria para viagem, e um tempo depois trouxeram as bebidas e para nossa surpresa todos os lanches vieram em caixas para viagem. Tudo bem se confundir, mas a questão é que não foram ágeis na resolução e ao invés de levarem para a cozinha e montar o prato assim como fazem com todos os clientes, entregaram na nossa mão e pediram para nós colocarmos nos pratos, e já não o bastante, as batatas não estavam mais crocantes por conta que ficaram abafadas na caixa e a quantidade era menor que o padrão servido nos pratos dos demais clientes que estavam lá. Pedi um sloppy Joe, um lanche de R$75,00 que mais parecia um lanche de cheddar e pimenta preta porque a carne moída eu quase não senti, vi apenas fragmentos. Experiência ruim e taxa de serviço de 13%, muito alta pelo que entregam. Food: 3 Service: 2 Atmosphere: 2 Meal type: Dinner Price per person: R$80–100
Bruna

18 dias atrás no Google

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Não sou de São Paulo. Moro no Rio de Janeiro e, há muito tempo, sempre vi pessoas falando muito bem da Holy Burger nas redes sociais. Comentários exaltando a experiência, o espaço, o quanto valia a pena conhecer o restaurante e incluí-lo, obrigatoriamente, em qualquer roteiro de viagem para São Paulo. Afinal, estamos falando de uma hamburgueria conhecida por ter o terceiro melhor hambúrguer do mundo, extremamente hypada, famosa, vendida como algo imperdível, quase um ritual paulistano. Se você fosse a São Paulo, você tinha que ir à Holy Burger. Pelo menos era isso que diziam. Mal sabia eu que a experiência seria tão ruim. Chegamos ao estabelecimento às 19h30 e logo nos deparamos com uma cena estranha: várias pessoas em pé, paradas em frente ao restaurante, olhando para o nada, sem saber muito bem o que fazer. Fomos falar com um garçom para entender o que estava acontecendo e a resposta foi direta e assustadora. Havia 41 mesas na nossa frente e não existia qualquer previsão de horário. Segundo ele, com certeza passaríamos de 100 minutos de espera. Mais de uma hora e quarenta. Mesmo assim, colocamos nosso nome na fila. Afinal, era a tal experiência tão elogiada, tão vendida como incrível. Uma das pessoas que estava com a gente desistiu logo no começo, decisão que, olhando agora, foi a mais inteligente entre nós três. Depois de uma hora de espera, ainda estávamos na posição 38. Uma hora e meia depois, já exaustas de ficar em pé, olhando pessoas comendo lá dentro enquanto a fome só aumentava, decidimos ir para o bar ao lado. Sentamos, tomamos alguma coisa e, consequentemente, gastamos nosso dinheiro em outro lugar, sendo que o desejo real era estar consumindo na própria Holy Burger. Isso, por si só, já deveria ser algo a se pensar. Ficamos no bar ao lado porque não havia qualquer condição humana de permanecer em pé por horas. Foi uma necessidade básica. E, a partir disso, uma coisa levou à outra. Tivemos que lidar com pessoas bêbadas, situação que obviamente não é culpa direta da Holy Burger, mas que faz parte da experiência como um todo. Quando você faz um cliente esperar quase três horas na rua, tudo o que acontece nesse intervalo passa a compor essa vivência. Às 22h40, finalmente chegamos à quinta posição da fila. Paguei a conta no bar, voltei para a frente do restaurante e esperei mais cerca de 20 a 25 minutos em pé. Entramos na Holy Burger por volta das 23h07. O próprio garçom comentou, chocado, que tínhamos esperado 187 minutos. Nesse momento, é impossível não refletir. Como pode um restaurante tão renomado, tão hypado, tratar o cliente dessa forma? A sensação é de que a lógica é simplesmente: enquanto existirem pessoas dispostas a esperar qualquer coisa, a experiência não precisa melhorar. O básico da administração de empresas é criar uma boa experiência para o cliente e fidelizá-lo. Não adianta apenas atrair pessoas novas se elas não querem voltar. No Rio de Janeiro, uma espera de três horas simplesmente não existe. E, quando há filas grandes, há compensações. Um lugar para sentar, um aperitivo, uma bebida, um agrado qualquer, um mínimo de cuidado e humanização. Aqui, isso é o básico. O cliente não é tratado como alguém descartável. Entendo que o espaço da Holy Burger seja pequeno. Porém, é impossível não notar que existe uma extensão ao lado do restaurante, funcionando com outra proposta, inclusive com reservas de alto valor. Fica a pergunta: essa foi realmente a melhor estratégia? Por que não expandir aquilo que já dava certo, em vez de criar um novo espaço enquanto o problema principal segue sendo ignorado? Infelizmente, nem conseguimos aproveitar o suposto sabor incrível do hambúrguer. Estávamos cansadas, com raiva, emocionalmente exaustas e com o estômago embrulhado por tudo o que vivemos durante essas três horas de espera. Nenhum hambúrguer do mundo consegue compensar uma experiência tão desgastante. Food: 2 Service: 3 Atmosphere: 1 Meal type: Other Price per person: R$100–120
Laysa Milene

18 dias atrás no Google

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Fomos numa sexta, chegamos 19:20 e só fomos comer 23:30, ou seja, 4 horas de fila. Recomendo, se você não ligar de comer este horário, vá mais tarde, que você também vai ser atendido e não fica tanto tempo na fila. A coxinha de pastrami é Mara mesmo, vale a fama que tem, porém você encontra ela no restaurante Forno (mesmo dono). Hambúrguer muito bom, bem suculento, o ponto perfeito. Mas, São Paulo tem ótimas opções, não acho que vale 4 horas de fila. Um ponto alto é o excelente atendimento de todos que trabalham lá, desde a recepção até pessoas do salão. Food: 5 Service: 5 Atmosphere: 5 Meal type: Dinner Price per person: R$100–120 Parking space: Difficult to find parking Parking options: Free of charge street parking, Paid parking garage
avatar Assistente Pierre