Uma atração local - Piranhas Historic Center, que fica perto deste restaurante, é uma parte da cultura autêntica da cidade. O menu de restaurante Coiteiros Restaurante e Turismo é recomendado para os amantes da culinária.
PIOR RESTAURANTE QUE JÁ FUI NA VIDA: ao realizar uma turnê pelo Sertão do Nordeste, juntamente com a família, percorrendo cinco estados (Alagoas, Bahia, Ceará, Pernambuco e Sergipe), decidimos visitar Piranhas por ser um dos principais pontos turísticos da região. Resolvemos almoçar nesse restaurante, por ter uma bela vista do “Velho Chico” e estar com poucos clientes (queríamos fugir de aglomerações, em função da pandemia da COVID-19), mas para nossa grande decepção, o local não oferece o mínimo de higiene e conforto. A começar pelo calor escaldante (38˚C, com sensação térmica de 52˚C), percebemos que a equipe de atendimento era mal preparada: a garçonete que veio nos atender disse que tinha todos os pratos disponíveis. Entretanto, quando escolhemos dois deles, nos respondeu que não havia os ingredientes. Na sequência, veio outro garçom (um rapaz sem touca, sem máscara e com pés descalços – parecia turista de praia). Esse nos apresentou outro cardápio afirmando ter tudo disponível. Quando escolhemos os pratos, tivemos a mesma resposta: não havia os ingredientes para nos servir. Optamos pelos pratos mais simples da casa. O primeiro prato: uma tilápia (o peixe mais comum na região). Quando recebemos a comida, percebemos que tinha um cabelo sobre o peixe. Reclamamos com a garçonete, que ficou de trocá-lo, mas não o fez. O segundo prato: carne de sol com macaxeira. Ao sermos servidos, encontramos outro cabelo. Desta vez, na macaxeira. Reclamamos com o garçom, que pegou o prato e levou à dona do restaurante. A mulher olhou para a comida e disse que não havia cabelo algum. Indignado, mostrei a foto que tinha registrado da comida. Daí a dona do restaurante, de forma indiferente, afirmou que não tinha como controlar os cabelos que caiam na comida, porque não sabia de onde vinham. O pior, teve a pachorra de falar para os garçons da casa, o seguinte: “é sempre assim, eles vêm aqui, comem a comida e depois colocam defeito, para não pagar a conta”, ou seja, nos chamou de pilantras, na cara de pau. Diante da postura da proprietária, pagamos a conta (mesmo sem comer nada) e fomos procurar um local mais “civilizado” para comer. NOTA: produzi várias fotos (a última com zoom), para comprovar o cabelo na comida.